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Notícias Funarte inicia processo de revitalização da Escola Nacional de Circo

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Publicado em 30 de dezembro de 2020

Funarte inicia processo de revitalização da Escola Nacional de Circo

Funarte inicia processo de revitalização da Escola Nacional de Circo Alunos da Escola Nacional de Circo, da Funarte. Foto ©Micael Bergamaschi

A Fundação Nacional de Artes – Funarte vai revitalizar e aperfeiçoar a Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha, integrante da instituição. Localizada na Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a Escola é referência na América Latina em formação de artistas circenses. O primeiro passo será a manutenção da lona – de quatro mastros e 50m de comprimento. Além disso, novas parcerias estão sendo estudadas para incrementar as atividades desempenhadas no local.

Por causa de fortes ventos e chuvas que atingiram a cidade em 2020, a lona teve sua estrutura comprometida. Em julho, o Estado do Rio de Janeiro e a capital fluminense sofreram os reflexos da passagem do “ciclone-bomba”. Na ocasião, foram registradas tempestades, ventanias, ressaca do mar e queda de árvores. A remoção da lona é necessária, portanto, para garantir a segurança dos funcionários da Escola, alunos e demais usuários; e, também, para a recuperação do espaço, que precisa de revisão elétrica, entre outras melhorias.

Para o presidente da Funarte, Lamartine Holanda, revitalizar a Escola Nacional de Circo é uma prioridade. “Identificamos, fora as questões técnicas e estruturais em seu endereço, que a Escola precisa de maior atenção para poder crescer, gerando mais acesso e capacitação”, diz. “Estamos tratando dos assuntos que a envolvem com enorme dedicação. No ano que se aproxima, não vamos poupar esforços para buscar meios para modernizá-la, para atender com bem mais cuidado e eficiência todos os seus alunos – em parte, por meio de parcerias nacionais, com as quais já estamos em avançadas tratativas”, completa.

Sobre a Escola

Inaugurada em 1982 e criada pelo circense Luiz Olimecha e pelo produtor cultural Orlando Miranda – então presidente do Instituto Nacional de Artes Cênicas, incorporado à Funarte – a instituição prepara artistas profissionais para atuar em circos de lona e em diversos setores das artes e cultura. Desde 2015, o Curso Técnico em Arte Circense, oferecido pela entidade, é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). A formação inclui quatro semestres letivos, com um total de 2.798 horas-aula.

O terreno ocupado pela Escola possui sete mil metros quadrados e abriga lona com capacidade para 1.200 espectadores. O espaço inclui galpão multifuncional de treinamentos circenses, salas de aula e de dança, auditório, espaços para musculação e fisioterapia, refeitório, oficina para confecção e conserto de aparelhos, biblioteca multimídia e salas para administração.