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Notícias Espetáculo ‘Vácuo’ estreia dia 16 de abril, no Teatro Dulcina, no Rio

Funarte Notícias

Publicado em 15 de abril de 2019

Espetáculo ‘Vácuo’ estreia dia 16 de abril, no Teatro Dulcina, no Rio

A montagem é dividida em quatro peças: ‘O Sexto Céu de Júpiter’, ‘A Terrível Planície de Kenótita’, ‘O Gelado Litoral em Tirza’ e ‘Há Fogo nas Montanhas’

Espetáculo ‘Vácuo’ estreia dia 16 de abril, no Teatro Dulcina, no Rio Espetáculo Vácuo, do Coletivo Kosmos – Foto: Ana Szwarcfiter

O Teatro Dulcina, no Centro do Rio, recebe, a partir desta terça-feira, dia 16 de abril, às 19h, o espetáculo Vácuo, do Coletivo Kosmos. Dirigida por Helena Panno e escrita por Matheus Macena, a obra se divide em quatro fragmentos: ‘O Sexto Céu de Júpiter’, ‘A Terrível Planície de Kenótita’, ‘O Gelado Litoral em Tirza’ e ‘Há Fogo nas Montanhas’. A montagem tem a duração de 1h e 30 minutos, e fica em cartaz até o dia 25 de abril. Os ingressos custam R$ R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), com Lista Amiga no valor de R$ 15.

O Sexto Céu de Júpiter
A personalidade ancestral da “Mãe do filho perdido” é a personagem Maria Júlia. Presa no sexto segmento de sua psiquê (personificação da alma), ela discorre sobre a sua sexualidade perfurada.

A Terrível Planície de Kenótita
Um atropelamento liga e segrega o símbolo da identidade do Morador de Rua, ao deserto. E numa existência transitória, aparece o mito da solidão humana.

O Gelado Litoral em Tirza
Um afogamento transporta Mãe e Filha para o único lugar onde elas podem compartilhar o segredo da homossexualidade.

Há Fogo nas Montanhas
Raul não quer crescer. E seu ímpeto em parar o envelhecimento vai além do conflito do amadurecimento. Atinge também, a estância da necessidade de mudança diante do buraco ideológico dessa montanha.

Sinopse:
O tempo em espaço nenhum. Vácuo é uma proposição cênica para a aproximação de camadas subjugadas pelo pacto social. A partir da criação de novos campos espaciais, que interrogam a estrutura sistêmica opressora, é que se faz possível a abertura de novos tempos para a tentativa de mudança. O que está em jogo não é a vitimização ou algum tipo de chancela autopiedosa dos abnegados em questão; o que há é justamente o oposto. Abre-se espaço para o discurso político bradado repetitivamente até que o mesmo perca sentido e dê luz ao vazio. O tempo como forma.

Serviço:

Espetáculo Vácuo, do Coletivo Kosmos

Dias e horário: de 16 a 25 de abril, terças, quartas e quintas, às 19h

Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia) / R$ 15 (lista amiga)

Classificação: livre
Duração: 1h e 30 minutos

Ficha Técnica:

Dramaturgia:​ Matheus Macena
Direção: ​Helena Panno
Elenco: ​Iasmin Patacho, Matheus Macena, Maurício Piancó e Priscila Vergniaud
Voz em off: Maria Esmeralda Forte
Figurino: ​Bidi Bujnowski
Assistente de figurino: Henrique Guimarães
Cenário:​ Bidi Bujnowski
Trilha original: ​Pedro Nêgo
Sopro: Edison Matos
Iluminação: ​Gabriel Prieto
Operação de luz: Júlio César Caldeira
Pesquisa em dança: ​Matheus Macena
Identidade visual gráfica: Luiza Restum
Fotografia:​ Ana Szwarcfiter
Produção:​ Renan Fidalgo
Realização:​ Coletivo Kosmos

Teatro Dulcina
Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Tel.: (21) 2240-4879
(Próximo ao VLT e ao Metrô Cinelândia)