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‘Nabila’, no Teatro Glauce Rocha

Publicado em 19 de junho de 2018 Imprimir Aumentar fonte
Espetaculo Nabila_Teatro Glauce Rocha_FOTO Daniel Barboza e Diogo NunesEdital de Espetaculos de Artes Cenicas e Musica 2018_junho
Foto: Daniel Barboza e Diogo Nunes

Sobre o evento

Baseada no símbolo primitivo da Grande Mãe, a peça propõe o questionamento: “Quem são as mulheres que habitam em você?”.

Com consultoria artística de Hugo Moss e Thaís Loureiro, da Michael Chekhov Brasil, o projeto, em 40 apresentações, traz o arquétipo da Grande Mãe, da mulher sábia, que mostra o caminho, “conduz as grandes mudanças individuais e está presente na vida das pessoas’.

Para o Carranca Coletivo, a Grande Mãe é um dos mais importantes símbolos da primitividade humana. Ele provém da pré-histórica “deusa-mãe”, geradora da vida – às vezes associada à terra, outras à água, ou à própria natureza. Pode representar as mães biológicas ou as avós; uma mulher simbólica importante na história do indivíduo que tenha ou não laço sanguíneo com ele –  a professora e/ou a mentora intelectual ou espiritual, por exemplo. Esse arquétipo está ligado às “mulheres que conhecem os mistérios e caminhos para evolução diária de quem as cerca, e através de histórias transmitem conhecimento…”, diz a Emú Produções, correalizadora do trabalho.

A peça traz três gerações de uma família. Elas se comunicam através das mulheres, que passam adiante suas histórias, saudades, conflitos, trocas e ensinamentos. Assim, “a memória feminina percorre o caminho do lembrar-se e ser lembrada, buscando reconciliar-se consigo mesma”. A proposta é que Nabila seja uma jornada pela “memória coletiva”. A cena aborda temas como a morte, o amor e “o heroísmo cotidiano da mulher comum em uma sociedade que a despreza, reafirmando o quão responsáveis elas são por captar o essencial nas relações entre netos, avós, filhos e mães”. Com uma linguagem poética, Nabila apresenta a herança espiritual, cultural e moral que somente a experiência das mulheres seria capaz de propagar.

A peça é idealizada pelo Carranca Coletivo, com direção de Fernanda Báfica e Juracy de Oliveira. A direção de arte fica a cargo de Analu Prestes, iluminação de Fernanda Mantovani e co-realização da Emú Produções.
Ficha técnica/artística
Texto: Fernanda Báfica e Gabriel Aquino. Direção: Fernanda Báfica e Juracy de Oliveira
Consultoria Artística: Hugo Moss e Thaís Loureiro | Michael Chekhov Brasil
Elenco: Araci Breckenfeld, Mariana Queiroz, Natally Do Ó, Thiago Carvalho e Fernanda Báfica (“stand-in”).
Iluminação: Fernanda Mantovani. Direção de Arte: Analu Prestes. Concepção e criação musical: Cayê Milfont. Música Original Mulher : Thiago Carvalho e Cayê Milfont. Comunicação visual: Tati Vidal & Thiago Carvalho. Operação de Luz: Luciano Pozino.  Operação de som: Fernanda Báfica e Gabriel Aquino. Produção Geral: Carranca Coletivo. Direção de produção: Sol Miranda. Produção de Marketing: Aliny Ulbricht. Coordenação de Produção: Renata Araújo. Gestão de Produção: Simone Braz. Produção Executiva: Diogo Nunes. Fotografia Artística e de Processo: Daniel Barboza e Diogo Nunes. Registro Artístico Audiovisual: Luis Gomes. Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação.
Idealização: Carranca Coletivo. Realização: Carranca Coletivo e Emú Produções

Saiba mais

Dias: De 27 de junho a 29 de junho de 2018 Horário: 19:00 às 20:00 Local: Teatro Glauce Rocha Av. Rio Branco 179 – Centro – Rio de Janeiro – RJ Telefone: (21) 2220 0259