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Editais/Chamamentos Chamada Pública – XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Editais/Chamamentos

Publicado em 3 de setembro de 2019

Chamada Pública – XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

CORREÇÃO DE INFORME – 11/09/19

Ao contrário do que foi informado nesta página anteriormente, na chamada pública para a XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, no último parágrafo da página 7, o trecho “As partes cavadas necessárias à execução de obras premiadas deverão ser enviadas até o dia 16 de outubro de 2019” está CORRETO. Portanto, a data limite de envio é 16 de outubro, e não 20 de outubro, como antes informado.

A chamada pública foi substituída, pois antes informava que a data limite era 20 de setembro e não 16 de outubro, como é o correto.

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 19 DE SETEMBRO DE 2019

A Funarte, por meio de seu Centro da Música, republicou a chamada pública no dia 11 de setembro de 2019, em decorrência de pequenos ajustes no texto. Nenhum deles altera condições ou dados de conteúdo essencial.

  1. DAS CONDIÇÕES, terceiro parágrafo: Cada proponente deverá enviar apenas uma partitura…
  2. HISTÓRICO DOS COMPOSITORES HOMENAGEADOS: Ricardo Tacuchian, primeiro parágrafo: Foi um dos fundadores do grupo Ars Contemporânea… (solicitado pelo idealizador do grupo, com documentação comprobatória).

Acesse aqui a chamada pública e anexos – republicada em 11/09/2019

Também foi republicada nesta mesma data a ficha de inscrição para a inclusão da logomarca da Universidade Federal Fluminense – UFF no documento.

Ficha de inscrição e declaração do proponente

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INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 19 DE SETEMBRO DE 2019

A Fundação Nacional de Artes – Funarte e a Universidade Federal Fluminense – UFF estão com as inscrições abertas, de 3 a 19 de setembro, para a seleção de partituras para a vigésima terceira edição da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, a ser realizada no Rio de Janeiro entre os dias 9 e 14 de novembro.

Podem participar desta chamada pública compositores brasileiros ou domiciliados no país há no mínimo três anos. As obras devem ter sido compostas a partir de 2015 e não podem ter sido apresentadas em edições anteriores da Bienal. Cada proponente deverá enviar uma partitura em arquivo virtual, formato pdf, para a equipe organizadora, com o nome do compositor e a data de composição.

No total, serão selecionadas 36 obras, em três categorias:
• Categoria 1 – contempla doze obras para orquestra sinfônica, podendo ter um solista;
• Categoria 2 – contempla dezoito obras para formações de câmara com até nove intérpretes, regente inclusive. Um dos intérpretes pode atuar na difusão eletroacústica mista e outro poderá ser substituído por coro de dimensões reduzidas;
• Categoria 3 – contempla seis obras de difusão exclusivamente eletroacústica.

Os compositores das obras que integrarem a programação de concertos da Bienal receberão um valor fixo de R$ 1.300,00 (hum mil e trezentos reais), referente aos direitos autorais e à utilização das partituras. Os recursos totais para a realização da XXIII Bienal somam R$ 350.339,00 (trezentos e cinquenta mil, trezentos e trinta e nove reais) e serão aplicados no pagamento aos compositores selecionados, aos músicos intérpretes, e em infraestrutura. 

Os interessados devem verificar as condições e exigências estabelecidas nesta chamada pública. A ficha de inscrição e seus anexos (partituras em pdf), e a declaração do proponente devem ser preenchidos e enviados pelo compositor para o e-mail partiturasxxiiibienal@gmail.com, identificando a mensagem como CHAMADA PÚBLICA XXIII BIENAL – PARTITURA: (nome da obra). A divulgação do resultado será no dia 1º de outubro.

A XXIII Bienal vai homenagear compositores que se tornaram referência na música brasileira contemporânea, como Edino Krieger, Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa, Jocy de Oliveira, Raul do Valle, Willy Corrêa de Oliveira, Marlos Nobre e Ricardo Tacuchian. No Anexo 2, está disponível um breve resumo sobre a trajetória de cada um dos homenageados e a história das Bienais.

As Bienais
As Bienais de Música Brasileira Contemporânea foram criadas por Edino Krieger e Myrian Dauelsberg em 1975, inspiradas nos dois Festivais de Música da Guanabara, realizados em 1969 e em 1970, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. As três primeiras Bienais foram organizadas pela Sala Cecília Meireles e, a seguir, assumidas pela Funarte, quando Krieger dirigia o então Instituto Nacional de Música da Fundação.

Desde o lançamento, em 1975, foram realizadas 22 bienais, sem nenhuma interrupção. Nessas 22 edições, foram apresentadas 1.740 obras, sendo 1.002 delas em primeira audição, o que significa a produção e o lançamento de material inédito que valoriza e amplia a importância do evento.

As Bienais propiciaram a participação de 472 compositores. Muitos deles, jovens que representam uma renovação de nomes e difusão da música de concerto produzida no Brasil, inclusive territorialmente. A produção se concentrava basicamente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Hoje, através das sucessivas realizações, foram consolidados ou integrados centros musicais significativos em vários outros estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Paraíba, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina, além do Distrito Federal.

XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea
De 9 a 14 de novembro de 2019, no Rio de Janeiro

Inscrições: De 3 a 19 de setembro
Divulgação do resultado: 1º de outubro

Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo endereço eletrônico musicadeconcerto.funarte@gmail.com ou pelos telefones: (21) 2279 8105 / 2240 5158.