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Tributo a Garoto (1982)

Ouça o disco gravado por Radamés Gnattali e Rafael Rabello

Tributo a Garoto (1982)

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Garoto: um múltiplo músico

Um dos maiores instrumentistas brasileiros de todos os tempos. Aníbal Augusto Sardinha, conhecido artisticamente pelo nome de Garoto, dominava com igual maestria quase todos os instrumentos de cordas, especialmente o violão, violão-tenor, banjo, guitarra havaiana, cavaquinho e bandolim, além de ser bom pianista.

Nascido em São Paulo, a 29 de junho de 1915, e falecido no Rio de Janeiro, a 3 de maio de 1955, era o quinto dos sete filhos de uma família de imigrantes portugueses e o primeiro dos três nascidos no Brasil. Desde cedo revelou o pequeno Aníbal irresistível curiosidade pelas coisas da música e já aos seis anos, influenciado pelo irmão mais velho, Batista, que dirigia um conjunto no qual tocava banjo, começou a dedilhar o instrumento, aprendendo de ouvido com espantosa facilidade. Aos dez anos, o menino já tocava cavaquinho, bandolim e banjo e, aos 11, entrou para o regional Irmãos Aramani, ficando então conhecido como Garoto do Banjo, segundo uns, ou Moleque do Banjo, segundo outros. Esse nome seria alguns anos mais tarde reduzido para Garoto, quando ele, já adolescente, começava a ganhar renome por sua perícia também no violão e outros instrumentos de corda. Em 1927, passou a tocar no Conjunto dos Sócios, de seu irmão Batista, apresentando-se em festas e reuniões dançantes. A esta altura, embora sem qualquer base teórica de música, mas por pura intuição, já compunha com extrema facilidade e perfeição técnica. Aos 15 anos, seu sucesso crescente abriu-lhe as portas das gravadoras e ele, juntamente com o violonista Serelepe, fez sua primeira gravação da Parlophon, que tinha como diretor artístico o maestro Francisco Mignone. As músicas gravadas, de autoria do próprio Garoto, foram o maxixe-choro Bichinho e o maxixe Driblando, ele tocando o banjo de quatro cordas e Serelepe o violão.

(Leia na íntegra o encarte na galeria de imagens. Para melhor leitura, clique em “tamanho máximo”)

Lado A

1. Desvairada – Garoto (Valsa-choro)
2. Gente Humilde – Garoto (canção)
3. Enigmático – Garoto – (choro)
4. Nosso Choro – Garoto (choro)
5. Duas Contas – Garoto (samba)

Lado B

1. Concertino para violão e piano (redução do Concertino nº 2. para violão e orquestra) – Radamés Gnattali
Allegro moderato
Adágio
(Saudoso)
Presto (com espírito)

Músicos

Radamés Gnattali, piano
Rafael Rabelo, violão 7

Ficha técnica

Produção: Funarte Consultoria para Projetos Especiais
Produção artística: Hermínio Bello de Carvalho
Produção executiva: Claudio Guimarães
Arranjos e transcrições: Radamés Gnattali
Engenheiro de som: Toninho Barbosa
Projeto gráfico: Ana Monteleone
Arte-final: Sonia Maria de Moraes – José Ferreira Leça
Produção gráfica: Sergio de Garcia
Gravação e montagem: de 23 a 26 de agosto de 1982
Estúdio: Sonoviso
Equipamento: Studer A 80 (8 canais)
Instrumentos: Radamés Gnattali, piano Steingraeber de 1/4 cauda; Rafael Rabello, violão 7, Do Souto 1964.
Corte: Ademiltom
Prensagem: Gravações Elétricas S/A

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