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Araci Cortes (1984)

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Capa do LP "Araci Cortes" (1984)

Capa do LP "Araci Cortes" (1984)

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Trecho do texto Araci, sempre Araci, de Jairo Severiano, disponível na íntegra na galeria de imagens.

Possuidora de uma voz aguda, pouco extensa, porém cheia de musicalidade, ela soube tirar partido de sua sensualidade para se tornar uma precursora das modernas cantoras populares brasileiras. Can­toras que, na opinião do crítico J.R. Tinhorão, “atuando no palco, crescem de rendimento e con­quistam a maior parte dos compradores de seus dis­cos”. Algumas características do estilo Araci atra­vessaram gerações e são até hoje usadas por artis­tas que, nesse Brasil de memória curta, poucas ve­zes (ou nunca) devem ter ouvido falar em seu nome.

A discografia de Araci Cortes é relativamente pe­quena. Inicia-se em 1925 com três gravações na Casa Édison; interrompe-se em seguida para voltar em 1928 com seu primeiro grande sucesso (Jura); daí até 1935, registra em 32 discos (dois na Parlo­phon, dois na Brunswick, sete na Columbia e 21 na Odeon) o repertório de sua melhor fase; nova inter­rupção até 1953, quando são gravados na Odeon seus três últimos discos de 78 rotações; finalmente, em 1965 e 1967, ainda na Odeon, tem seis faixas in­cluídas nos Lps Rosa de Ouro ns. 1 e 2.

Uma seleção dessa discografia é apresentada neste disco em que se homenageia o 80.° aniver­sário de Araci Cortes. A maioria são matrizes grava­das há mais de meio século (12 delas pela primeira vez em Lp), recuperadas através dos processos da moderna tecnologia. Elas trazem de volta a voz da Rainha do Teatro de Revista no vigor de sua moci­dade.

(Leia na íntegra o encarte na galeria de imagens. Para melhor leitura, clique em “tamanho máximo”.)

Lado A

1. Depoimento de Araci Cortes – gravado em 24-01-84
Carinhoso (samba‑choro de Pixinguinha e João de Barro)
Gravado ao vivo no Teatro Jovem em 01-02-65
– show Épocas de Ouro
Participação de Jacob do Bandolim e seu conjunto
Fonograma pertencente ao arquivo de Hermínio Bello de Carvalho

2. Iaiá (Linda Flor)
(samba‑canção de Henrique Vogeler, Luís Peixoto e Marques Porto)
lançado em março de 1929 com a Orquestra Parlophon

3. Tu qué Tomá meu Home
(samba de Ary Barroso e Olegário Mariano)
lançado em agosto de 1929 com a Orquestra Pan American

4. Quem me Compreende
(canção de Ary Barroso e Bernardino Vivas)
lançado em julho de 1931 com orquestra

5. Teu Desprezo
(samba de Artur Costa)
lançado em julho de 1931 com regional

6. Baianinha
(samba de De Chocolat e Oscar Mota)
Disco Parlophon no.  12926‑13, lançado em março de 1929
com a Orquestra Parlophon

7. Quem Quiser Ver!
(samba de Eduardo Souto)
lançado em julho de 1929 com a Orquestra Pan American

Lado B

1. Jura
(samba de J.B. da Silva, o Sinhô)
lançado em novembro de 1928 com Simão Nacional Orquestra

2. Vão por Mim (Harmonia)
(marcha de Francisco Alves)
lançado em novembro 1929 com Francisco Alves (dueto) e Orquestra Pan American

3. A Polícia já foi lá em Casa
(samba‑canção de Olegário Mariano e Júlio Cristóbal)
lançado em julho de1929 com a Orquestra Pan American

4. Um Sorriso
(samba‑canção de Benedito Lacerda)
gravado em 17-07-34
lançado em agosto de 1934   com a Orquestra Odeon

5. Que é que?
(samba de Benar e Benjamim Silva Araújo)
lançado em novembro de 1932 com Pessoal do Morro

6. No Morro (Eh! Eh!)
(batuque de Ary Barroso e Luis Iglesias)
lançado em setembro de 1930 com Augusto Vasseur (dueto) e Orquestra Copacabana

7. Versos de Jota Maia gravados por Araci Cortes em 24-01-84
Tem Francesa no Morro
(samba de Assis Valente)
Fusão das gravações Columbia, disco no.  22148 (**), lançado em novembro de 1932, e Odeon (*), disco MOFB‑3494, gravado em 20-03-67 (do show Rosa de Ouro no. 2)

Ficha Técnica

Produção fonográfica – Funarte / INM / Divisão de Música Popular
Produção artística e pesquisa – Jairo Severiano
Produção executiva – Julia Peregrino
Técnico de som e montagem – Wilson Medeiros
Equalização, gravação e montagem – Estúdio Transamérica (Rio de Janeiro – Brasil)
Equipamento – Studer
Corte – Américo
Prensagem – Gravações Elétricas S.A.
Capa e encarte – Departamento de Editoração da Funarte, Rio de Janeiro, 1984.

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Comentários

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Augusto

enviado em 21 de setembro de 2012

Que preciosidade! Emocionante!

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