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Funarte no RJ: teatro de vários gêneros, dança e cultura afro-brasileira e música

Dedicado à dança, o Teatro Cacilda Becker se despede de ocupação dirigida ao tema da afrodescendência; o Dulcina traz a linguagem da animação teatral. Já o Glauce Rocha tem montagens dirigidas por Moacyr Chaves; e ainda o Funarte Musical

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Publicado em 24 de novembro de 2017 Imprimir Aumentar fonte
Projeto 3o Sinal – Foto Petr Kurecka
Projeto 3o Sinal – Foto Petr Kurecka

Neste fim de semana, a Fundação Nacional de Artes – Funarte apresenta, em seus espaços do Rio de Janeiro, obras de várias linguagens, de artes cênicas, visuais, música e poesia.

Teatro Cacilda Becker
Largo do Machado

Até 26 de novembro a Ocupação Diálogos, contemplada pela Funarte no edital de ocupação do Teatro Cacilda Becker, no Largo do Machado, apresenta atividades de dança, uma exposição, oficinas, teatro e música. Os ingressos têm entrada franca, ou são por contribuição voluntária, ou preços populares.

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Teatro Dulcina
Cinelândia – Centro

Referência no teatro contemporâneo, a Cia. Pequod Teatro de Animação põe em cena, no Rio de Janeiro, o Projeto de Ocupação 3º Sinal, no período de 15 de novembro a 30 de dezembro,  no Teatro Dulcina, na Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ). Durante sete semanas, a programação, contemplada pela Funarte no edital de ocupação do espaço, em 2017, com artistas e companhias de teatro, dança e circo, inclui  oficinas. Elas são ministradas tanto por profissionais renomados como por jovens talentos, visando a diversidade cultural. Entre os objetivos da proposta está a formação de plateia. Espetáculos adultos serão apresentados de quarta a domingo, às 19h, e um infanto-juvenil, às 16h, aos sábados e domingos. A abertura será dia 16 de novembro, às 19h, com a peça Há mais futuro que passado, um documentário de ficção, dirigido por Daniele Ávila Small. O projeto, foi idealizado pelo diretor Miguel Vellinho, junto com a atriz e produtora Liliane Xavier e a produtora Lilian Bertin.

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Teatro Glauce Rocha
Centro

Funarte Musical

Sábado, 25 de novembro, às 11h, no Projeto Funarte Musical, o grupo Poranduba – Canções e Histórias apresenta o show O Calango e o mar, dirigido às crianças, no Glauce. O espetáculo interativo é um convite para conhecer as sonoridades e as festas populares do Brasil. Os ingressos custam R$ 10, com meia entrada para estudantes e maiores de 65 anos.

O Funarte Musical é divido em quatro eixos temáticos, como o Funarte para Crianças – que incentiva a criação direcionada ao público infantil, para formar novos públicos.

Funarte Musical - Infantil apresenta: 'Poranduba'

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Espetáculos teatrais

A nova programação do Teatro Glauce Rocha, uma das contempladas pela Funarte no edital de ocupação do espaço, em 2017, apresenta dois espetáculos. Em temporada de estreia nacional, Utopia D, de Thomas More e Imagina esse palco que se mexe, ambos com direção de Moacir Chaves. Oficinas gratuitas são ainda realizadas pelo diretor e por Julio Adrião, Josie Antello e Ana Barroso. Também há debates; e sessões acompanhadas por intérpretes de libras. Os ingressos para os espetáculos custam R$ 40 e R$30, e as oficinas são gratuitas.

Imagina esse palco que se mexe

Indicado ao Prêmio Shell, na categoria Iluminação, e ao Prêmio Cesgranrio, nas categorias Iluminação e Direção Musical, Imagina esse palco que se mexe é dirigido por Moacir Chaves. A peça tem como base os relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com uma importante carreira internacional. Os episódios da vida de João Acre, nascido no interior do Acre, são atravessados por ideias e conceitos científicos com os quais se relaciona ao longo de sua trajetória profissional. No texto, a criação do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), onde surgiu a internet, é contextualizada no mundo do pós-guerra. Além disso, o próprio teatro serve como ilustração para a compreensão dos buracos negros e da curvatura do tempo-espaço.

A peça Utopia D foi lançada em 1516. A adaptação em cartaz parte do texto original e o contrapõe contraposto a fatos dos séculos XX e XXI. O texto gera reflexão quanto às possibilidades da vida em sociedade; e sobre sentido e necessidade da repressão como “mola mestra das condutas humanas”. A proposta da direção é encenar um espetáculo contundente e bem humorado, com forte comunicação entre palco e plateia, tornando viável um debate, a princípio, de difícil realização. Dois atores entram em cena: Josie Antello (atriz e parceira do encenador Moacir Chaves, com quem trabalhou, em vários espetáculos, entre eles, Bugiaria;A Violência da cidade;Valsa número 6; A Resistível ascensão de Arturo Ui e Viver!) e Julio Adrião (ator e produtor, entre outros, da montagem A Descoberta das Américas – hoje em seu décimo primeiro ano de existência –). O diretor traz em seu currículo espetáculos reconhecidos e premiados como Dom Juan, com Edson Celulari e Cacá Carvalho; Inultilezas, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes; Por um fio, de Drauzio Varela; O Altar do incenso, com Marília Pera e Gracindo Junior e A Lua vem da Ásia, com Chico Diaz, entre muitos outros. Esta é a segunda vez que Moacir Chaves trabalhará a partir do texto de Thomas More.

Imagina esse palco que se mexe
Quartas e quintas-feiras, às  19 horas
Dia 30/11 – Sessão com intérprete de libras
Debates: dias 16/11, 7 e 21/12  (quintas), após as sessões
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia)

Utopia D
Sextas, sábados e domingos, às 19 horas
Dia 16/12 – Sessão com intérpretes de libras
Debates: dias 24/11 e 1 e 15/12 (sextas) após as sessões
Ingresso: R$ 40 e R$ 20 (meia)

Leia matéria completa sobre a programação do Teatro Glauce Rocha aqui