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Campina Grande (PB) é a próxima cidade a receber o Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018

São oferecidas oficinas gratuitas nas áreas das artes cênicas, música e artes visuais, e seminários sobre os temas: ‘Arte e Educação’ e ‘História da Arte e História da Música’

Publicado em 8 de agosto de 2018 Imprimir Aumentar fonte
Banner Campina Grande (PB) – Divulgação
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O Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018 chega à Campina Grande, na Paraíba (PB), no fim deste mês de agosto. Os cursos oferecidos na cidade paraibana são ministrados por profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação. Oficinas nas áreas das artes cênicas, música e artes visuais e também seminários estão na agenda do encontro. Arte e EducaçãoHistória da Arte e História da Música são os temas dos seminários. A programação é gratuita e as inscrições são realizadas exclusivamente pela internet nos links disponibilizados no portal da Funarte, a partir de hoje, dia 8 de agosto.

Etapa Campina Grande (PB) – Informações sobre as inscrições

A pré-inscrição para as oficinas será feita exclusivamente pela internet nos links disponibilizados no portal da Funarte até o dia 20 de agosto. A confirmação só se dá no primeiro dia da oficina e pode haver ampliação do número de vagas. A lista preliminar de inscritos será divulgada no dia 22 de agosto. Os interessados em assistir aos seminários não necessitam de inscrição prévia. É só chegar um pouco antes do horário previsto para o início do evento e realizar sua inscrição no local.

Sobre o Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018

Entre os meses de julho e dezembro, a Fundação Nacional de Artes – Funarte realiza, em sete cidades brasileiras, o Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018. O projeto já passou por Goiânia (GO), está acontecendo em Londrina (PR) e após este encontro em Campina Grande (PB) segue para as seguintes cidades: Belém (PA), Campinas (SP), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). O objetivo é valorizar o processo criativo, gerando oportunidades de aperfeiçoamento técnico e artístico para os participantes, além de contribuir para a geração de emprego e renda. 77 oficinas e 14 seminários estão previstos na programação.

A seguir, a programação completa sobre as oficinas e seminários em Campina Grande (PB)

Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018

Oficinas de Artes Cênicas

O corpo na cena
Com Luciana Bicalho
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 8h às 13h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB
Endereço: Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

Inscrições (clique aqui)

A oficina tem como base o Sistema Laban de Análise do Movimento que traz a percepção do movimento a partir de relações harmônicas entre corpo (o que se move), esforço (como se move) e espaço (onde se move). Serão abordados conceitos relativos a um alinhamento dinâmico, tendo como base a tridimensionalidade corporal, e sua afinidade com jogos espaciais. O trabalho visa experimentar tanto ações do corpo, locomoções, transferências, giros e quedas quanto o gesto que estabelece a relação entre partes do corpo ou a liderança de uma parte que se lança no espaço. As nuances do texto são experimentadas através do corpo, por suas intensidades, ritmos, silêncios, pausas, reforçando a incorporação e fisicalização do texto.

Luciana Bicalho é bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e professora pós-graduada em Terapia através do Movimento: corpo e subjetivação. Licenciada em Dança Contemporânea pela Faculdade Angel Vianna e formada pelo Método Ivaldo Bertazzo. Iniciou seu trabalho como bailarina cofundadora da Cia. Atores Bailarinos do Rio de Janeiro, sob a direção de Regina Miranda (1979). Sua pesquisa e trabalho têm como base o Sistema Laban de Análise do Movimento e os Bartenieff Fundamentals.  Ministra aulas de dança contemporânea baseada no Sistema Laban em cursos técnicos e de pós-graduação.

Aprimoramento vocal do ator
Com Roberta Bahia
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Cine Teatro São José Funesc (palco)
Endereço: Rua Lino Gomes da Silva, s/nº – Bairro São José (PB)

Inscrições (clique aqui)

A oficina propõe desenvolver e aprimorar a expressividade vocal, despertando nos participantes o interesse por explorar ao máximo suas potencialidades vocais em diversas situações que envolva a comunicação em público. O intuito é contribuir e agregar conhecimentos aos estudantes de teatro e ao público interessado, explorando as potencialidades vocais e estimulando a capacidade criativa de cada um deles. A atividade visa desenvolver a voz como instrumento de trabalho e a expectativa de se expressar com mais clareza.

Roberta Bahia Pereira é fonoaudióloga e professora.  Fez especialização em voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia e pela Pontifícia Universidade Católica – PUC. Formada no Curso Técnico Profissionalizante de Ator do Teatro Universitário, pela T.U.-UFMG (2011). Começou a focar seu trabalho na área de desenvolvimento e aperfeiçoamento da voz do profissional de artes cênicas e reabilitação de disfunções ligadas à comunicação humana.  Além disso, ministra cursos para suavização de sotaque. É sócia no Estúdio da Voz, onde realiza atendimentos de aprimoramento e reabilitação vocal.  Atua como preparadora vocal de espetáculos teatrais desde 2011, destacando-se o trabalho com o grupo Nós do Morro. Atua como professora e ministra aulas em cursos livres de atuação para TV.

Direção cênica
Com Amir Haddad
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 8h às 13h
Local: Cine Teatro São José Funesc (palco)
Endereço: Rua Lino Gomes da Silva, s/nº – Bairro São José (PB)

Inscrições (clique aqui)

A oficina abordará os seguintes temas: ator sem papel; dramaturgia sem literatura; desiniciação ao teatro; introdução ao pós-teatro; reflexão teórica e de práticas sobre as questões que assoberbam o teatro como forma de livre expressão, no primeiro quarto do 3º milênio. Eternamente jovens, eternamente velhos: Shakespeare, Sófocles, Brecht e Molière.

Amir Haddad é diretor, professor de teatro e criador do Grupo Tá na Rua. Seu trabalho tem como objetivo recuperar o sentido de festa do teatro e a dramaticidade das festas populares. Ressalta os aspectos de pesquisa e de educação que norteiam as buscas pela transformação do teatro, comprovados pela constância e persistência com que desenvolve núcleos de trabalho – espaços de desenvolvimento de seus questionamentos sobre o ator como indivíduo, o espaço, a dramaturgia – e pela prática permanente como educador. Seus últimos trabalhos são: A Mulher Invisível, de Maria Carmem Barbosa; A Mulher de Bath, de Geoffrey Chaucer e Antígona, de Sófocles.

Iluminação cênica
Com Luiz Fernando Lobo
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Sesc
Endereço: Rua Giló Guedes, 650 – Centro – Campina Grande (PB)

Inscrições (clique aqui)

A oficina faz um breve histórico da iluminação cênica. Discute Appia, Craig, Wagner, os reformadores da cena e a iluminação.   Entre os tópicos a serem abordados estão: os tipos de refletores e seus usos, mapa de luz e memorial de luz, roteirização e função cênica da luz, relação entre luz, cenografia, figurino e direção.

Luiz Fernando Lobo é dramaturgo, ator e professor de interpretação. Diretor artístico e fundador da companhia Ensaio Aberto. Participou de festivais internacionais nas cidades de Cádiz e Barcelona, na Espanha. Tambores da Noite, Cemitério dos Vivos, Cabaré Youkali, Companheiros, Morte e Vida Severina, Havana Café e Olga Benário: um breve futuro estão entre os seus trabalhos como diretor. Codirigiu as óperas Judas em Sábado de Aleluia e II Campanello com Sergio Britto e o espetáculo Missa dos Quilombos, de Milton Nascimento, com João das Neves. Dirigiu cerca de 30 filmes da campanha Igual a você, do programa Conjunto das Nações Unidas, que abordava estigma e preconceito. Assinou a direção do curta 30 Anos da Anistia (2010) e o Eu me lembro (2011), em parceria com a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

Produção e administração teatral
Com Loly Nunes
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Sala: 106
Endereço: Avenida Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

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Através de jogos, exercícios e simulações em grupos, a oficina aborda conceitos sobre a administração moderna e o empreendedorismo; a figura do administrador e do produtor cultural; hierarquias e terminologias da produção teatral. Discute também as etapas da produção e do planejamento estratégico fazendo uma avaliação do mercado, mídias e estratégias de marketing. Aborda, ainda, a criação e o desenvolvimento de projetos culturais, enfatizando a comercialização, captação e negociação.

Loly Nunes é roteirista, diretora e produtora teatral. Iniciou sua carreira como atriz no Grupo Tapa, de teatro (1976). Cursou o Conservatório Stella Adler, em New York (EUA), em 1980. Formou-se no curso regular da Escola de Teatro Martins Penna (1983). Participou da oficina Dançando com as Palavras, de Lee Breur, diretor norte- americano do Grupo Mabou Mines e do Workshop com Máscaras, de Ariane Mnonchkine, diretora do Théâtre du Soleil e da Oficina Teatro de Objetos, com o grupo francês Coatimund. Atuou como atriz e produtora na montagem Bailei na Curva que recebeu o Prêmio Inacen de Melhor Espetáculo (1985). Foi coordenadora do Centro Cultural Candido Mendes e diretora do Teatro Gláucio Gill. Ministrou oficinas de Administração, Gestão e Produção Teatral pela Funarte; Marketing Cultural e oficinas de Leituras Dramatizadas, pelo Sesc. Escreveu e dirigiu o espetáculo O Cais do Valongo para a inauguração do Porto Maravilha (2012). Criou o projeto de Leitura Pública do seu roteiro Corações de um picadeiro (2018), contemplado com o Prêmio Cultura + Diversidade.

Oficinas de Música

Gestão cultural
Com Carolina Ficheira
40 vagas
28 a 31 de agosto, das 8h às 13h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Sala 207
Endereço: Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

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O curso traz à discussão as possibilidades da gestão cultural na área da música. Como ser gestor de sua própria carreira ou do seu grupo? Qual o limiar entre a atuação do artista e do gestor? Como ser gestor cultural no Brasil e quais os principais desafios? Estas questões são importantes para entender a área cultural, a partir da sua vivência cotidiana.

Carolina Ficheira tem graduação em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (2006) e mestrado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da UFRJ (2010). Atualmente é doutoranda do programa em Ciência da Literatura da UFRJ (linha de pesquisa: Programa Avançado em Cultura Contemporânea). Professora da ESPM, nos cursos de Administração, com ênfase em Entretenimento, Design e Cinema; docente na Universidade Veiga de Almeida na disciplina de Captação de Recursos (Pós-graduação em Roteiro para Cinema, TV, Web e Multiplataformas e Responsabilidade Social e Gestão Estratégica de Projetos Sociais). Professora da Escola Popular de Comunicação Crítica do Observatório de Favelas, do RPA do Cee- PUC Rio nos cursos de Música & Negócios e Brand Publishers e Captação de recursos para o Terceiro Setor. É parecerista da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal e Ancine- FSA. Jurada no setor de Audiovisual de Ministério da Cultura e do Funcultura (ES).

História da música brasileira
Com Rodrigo Faour
40 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Sala 210
Endereço: Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

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O curso percorre a história da música brasileira desde o seu surgimento. Dos primeiros compositores do período colonial até os dias de hoje. Através dos mais variados ritmos e gêneros, apresenta toda a diversidade da música brasileira.

Rodrigo Faour é jornalista, escritor, pesquisador, apresentador, diretor e produtor musical. Colecionador de discos, publicações e um acervo de 80 mil músicas catalogadas com ênfase na MPB. Autor das biografias de Angela Maria, Dolores Duran, Cauby Peixoto e Claudette Soares. Lançou um livro sobre a Revista do Rádio e a obra História Sexual da MPB. Trabalhou em gravadoras e em diversos veículos da mídia, como jornais e web sites. Dirigiu e assinou roteiros de shows, como Ruído branco (Ana Carolina), Infernynho (Ney Matogrosso e Marília Bessy), Duas noites para Dolores Duran, dentre outros. Em destaque, o espetáculo O Musical da Bossa Nova, atualmente, em turnê pelo Brasil.

Trilha sonora
Com Felipe Radicetti
40 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Cine Teatro São José Funesc – Anexo I
Endereço: Rua Lino Gomes da Silva, s/nº – Bairro São José (PB)

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O curso aborda a música no audiovisual, sua história, seus aspectos perceptivos, os processos de criação, aspectos da produção e dicas para músicos que desejam entrar neste mercado.

Felipe Radicetti é compositor de formação clássica e autor de canções para o cinema, teatro e produções comerciais. Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual. Participou da semifinal do Festival da Música Brasileira da Rede Globo com a canção Moleque-Marraio, na voz de Cláudio Nucci (2000). Como cancioneiro, lançou os CDs: Homens Partidos (2000); SuperLisa (2013 – Brasil e 2015 – Japão), América (2015), dedicado ao escritor uruguaio Eduardo Galeano, dentre outros. Fez residência artística na Academia Nacional da França, em Villa Medicis, Roma (2011). Residiu em Bruxelas e trabalhou em projetos de teatro musical contemporâneo com La Cerisaie (Bélgica). Foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro, na categoria Melhor Trilha Sonora com Sacco & Vanzetti (2016). Duas Histórias, de Angela Zoé (2012), Nossas Histórias (2013), Meu nome é Jacque (2016) e Uma História da Fome (2017) estão entre suas obras de destaque. Seu trabalho mais recente é a música original de Vidas Descartáveis que estreia em breve.

Oficinas de Artes Visuais

Sobre representação e representatividade: o ser negro nas artes visuais brasileiras
Com Juliana dos Santos
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Sala 102 (pintura)
Endereço:  Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

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A oficina estimula a pensar na construção de contra-visualidades/imagem, a partir das experiências afrodiaspóricas nas artes visuais brasileiras. Pretende criar espaço de confluência criativa e poética que provoque deslocamento de narrativas estereotipadas a respeito das presenças negras na história da arte brasileira. Textos, imagens e vídeos da produção de artistas negros contemporâneos vão ser utilizados como disparadores de exercícios poéticos/visuais/performáticos com o intuito de ampliar o debate da descolonização dos saberes. A atividade conta com uma proposta de arte relacional, através de performance coletiva sugerida pela artista.

Juliana dos Santos é artista visual, mestre em Arte-Educação e Mediação Cultural pelo Instituto de Artes da Unesp. Atuou como arte-educadora no Centro Cultural São Paulo, Museu Afro-Brasil, Sesc Pompéia São Paulo e no Núcleo de Educação Etnicorracial da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. A artista tem uma produção artística híbrida, com interesse na confluência de linguagens como fotografia, vídeoperformance, performance-instalação, pintura, dança e espacialidade. Seus trabalhos abordam temáticas amplas — desde reflexões de gênero e raça, e experiências afrodiaspóricas, até proposições plástico-formais, multissensoriais e relacionais. Vem realizando exposições e residências artísticas internacionais, ministrando cursos, oficinas, publicações e consultorias.

A crítica de arte (ainda) é possível?
Com Gustavo Motta
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Sala 103 (pintura)
Endereço:  Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

Inscrições (clique aqui)

A oficina aborda as origens históricas e os desdobramentos da atividade da crítica de arte, bem como os seus limites e a crise atual. Propõe um exercício de produção crítica, a partir de alguns vídeos e textos realizados por artistas contemporâneos brasileiros.

Gustavo Motta é editor da revista Dazibao – Crítica de Arte e integrante do coletivo Contradesenho de design e artes gráficas. Mestre e doutor em História da Arte Brasileira pela ECA-USP. Foi professor de História da Arte na UDESC, de Florianópolis (SC) e de alguns cursos de arte conceitual no Sesc São Paulo.

Modos de ver: do olho nu ao olhar fotográfico
Com Milton Guran
20 vagas
28 a 31 de agosto, das 13h às 18h
Local: Centro Artístico Cultural da UEPB – Auditório
Endereço: Av. Presidente Getúlio Vargas, 44 – Centro – Campina Grande (PB)

Inscrições (clique aqui)

O curso trata da produção de informação visual e das principais questões ligadas à imagem plástica e à fotografia. Temas que serão abordados: aspectos fundamentais da construção de uma cultura do olhar e do olhar como instrumento de construção da cultura; a representação imagética do mundo visível na cultura ocidental — da pintura rupestre à imagem digital; diálogo entre pintura e fotografia — alguns pontos de referência; a fotografia como meio de representação do mundo visível — objetividade e subjetividade do ato fotográfico, e também, objetividade e subjetividade da leitura de uma fotografia; linguagem fotográfica e a noção de “foto eficiente”.

Milton Guran é fotógrafo e antropólogo. Ganhador da Bolsa Vitae de Artes (1991) e, por duas vezes, do prêmio Marc Ferrez da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Foi contemplado no programa Rumos Itaú Cultural (2016). Seus trabalhos fazem parte das coleções MASP-Pirelli; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM; Museu de Arte do Rio – MAR e da Maison Européenne de la Photographie – MEP, entre outras instituições. Curador na área de fotografia e coordenador do FotoRio. Membro da diretoria da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil. Atualmente, possui uma pequena empresa especializada em gestão e preservação de acervos de arte e cultura em geral, e trabalha com conservação de obras de arte em exposições.

Seminários

Seminário Arte e Educação

Dia e horário: 29 de agosto, às 18h30

Participantes:
Analu Cunha (artista, professora e curadora)
Daniela Chindler (escritora, gestora cultural e curadora)
Manoela Meyer (palestrante convidada e contemplada no Edital Prêmio Funarte Arte e Educação 2018)

Local: Cine Teatro São José Funesc (palco)
Endereço: Rua Lino Gomes da Silva, s/nº – Bairro São José (PB)

Seminário História da Arte e História da Música

Dia e horário: 30 de agosto, às 18h30

História da Música, com Rodrigo Faour (jornalista, escritor, pesquisador, apresentador, diretor e produtor musical)

História da Arte, com Gustavo Motta (historiador da arte, professor, artista gráfico e editor da revista Dazibao)

Local: Cine Teatro São José Funesc (palco)
Endereço: Rua Lino Gomes da Silva, s/nº – Bairro São José (PB)