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Belém do Pará recebe o Programa Funarte de Capacitação Técnica

Estão abertas as inscrições para oficinas e seminários de artes cênicas e visuais, música e arte-educação, todas gratuitas

Publicado em 13 de setembro de 2018 Imprimir Aumentar fonte
Post_Banner – Programa de Capacitacao 2018 – Belem – PA
Programação Visual Funarte

Estão abertas as inscrições para oficinas e seminários que a Fundação Nacional de Artes realiza, de 25 a 28 de setembro, em Belém (PA), no Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018, com participação gratuita. Estão agendadas oficinas de artes cênicas e visuais, inclusive fotografia, e musica, além de seminários de arte e educação e de história da música e história da arte.

As inscrições prévias nas oficinas podem ser realizadas através dos links abaixo, até dia 20 de setembro, quinta-feira. Já para assistir aos seminários não é necessário se inscrever anteriormente: basta chegar com antecedência no dia e local do evento e fazer a inscrição. Mas as vagas são limitadas.

O Programa Funarte de Capacitação Técnica é de âmbito nacional. Ele consiste em seminários e oficinas, que se relacionam com às linguagens alcançadas pela Funarte – como circo, dança e teatro, artes cênicas, artes visuais e música – mas também arte-educação. A iniciativa reúne profissionais de referência em suas áreas.

As atividades ligadas a dança e teatro (em geral, aplicáveis também ao circo) serão aprimoramento vocal, composição coreográfica, direção cênica e figurino – na Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (UFPA), no  Umarizal; e iluminação cênica, no Teatro Experimental Waldemar Henrique, na Campina – que também sediarão os seminários. As aulas de Reflexão sobre artes visuais, arte-educação serão no Instituto de Ciências da Arte (ICA), na Praça da República; e as de fotografia, na Associação Fotoativa, na Praça das Mercês (Campina). Já as oficinas da área musical – de gestão cultural, trilha sonora e história da música, vão ocorrer na Fundação Carlos Gomes, em Nazaré.

A confirmação de inscrição será feita no primeiro dia de cada oficina e, se houver desistências, o número de vagas poderá ser ampliado. A lista preliminar de inscritos será divulgada no dia 21 de setembro.

O Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018

A iniciativa prevê a ministração de 11 oficinas, com 20h cada uma, e dois seminários, em sete municípios, nas cinco regiões brasileiras: Goiânia (GO); Londrina (PR); Campina Grande (PB); Campinas (SP); Belém (PA); Fortaleza (CE); e Rio de Janeiro (RJ). As cinco primeiras cidades já foram alcançadas.

As próximas etapas do programa serão em Fortaleza (CE) – de 6 a 9 de novembro; e no Rio de Janeiro (RJ) – de 11 a 14 de dezembro. O objetivo é valorizar o processo criativo, gerando oportunidades de aperfeiçoamento técnico e artístico para os participantes, além de contribuir para a geração de emprego e renda.

AS OFICINAS

Artes cênicas

Aprimoramento Vocal do Ator
Roberta Bahia – Fonoaudióloga e professora
25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Local: Escola de Teatro e Dança (ETD – UFPA)
Travessa Dom Romualdo de Seixas, 820 – Umarizal

O trabalho tem como principal objetivo desenvolver e aprimorar a expressividade vocal. Desperta nos participantes o interesse por explorar ao máximo suas potencialidades vocais, em diversas situações que envolvam a comunicação em público.

Nº de vagas: 20

Roberta Bahia Pereira – Cursou Especialização em Voz pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFA) e pela Pontifícia Universidade Católica – PUC – MG. Formada no Curso Técnico Profissionalizante de Ator do Teatro Universitário (TU), na Universidade Federal de Minas Gerais UFMG (2011). Direcionou seu trabalho para a área de desenvolvimento e aperfeiçoamento de voz para profissionais de artes cênicas; e para a reabilitação de disfunções ligadas à comunicação humana. É preparadora vocal de atores desde 2011, destacando-se o trabalho com o grupo Nós do Morro (RJ). Ministra cursos para suavização de sotaque. É uma das proprietárias do Estúdio da Voz, onde atende interessados em aprimoramento e reabilitação vocal.  É professora, também lecionando em cursos livres de atuação para TV.

Link para inscrições aqui


Composição Coreográfica
Valéria Martins – Bailarina e coreógrafa
25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Local: Escola de Teatro e Dança (ETD – UFPA)
Travessa Dom Romualdo de Seixas, 820 – Umarizal

Trata-se de uma “oficina-intervenção”. Sua proposta é provocar uma experiência artística que misture elementos de dança, circo e performance. A ideia é que os “artistas-alunos-performers” envolvam sua “matéria corporal e emocional” com seus objetos cotidianos, afetivos e pessoais. Os participantes serão “provocados pelo caráter instável dos materiais, experimentando um estado de percepção e reatividade não usuais, criando como nomeou Hélio Oiticica; espaços poéticos táteis”, diz Valéria Martins. Através desses estímulos, os alunos vão desenvolver uma “partitura colaborativa… partindo de como os objetos agem particularmente sobre o corpo do performer, seus limites, significados e contornos”.  Essa relação inventada, particular, será ativada pelo diálogo com a arquitetura e ambiente urbanos do entorno do local da oficina, “alinhavando imagens e materialidades”.

Nº de vagas: 20

Valéria Martins – Há 34 anos na área de cultura, consolidou a carreira em linguagem de movimento e projetos multidisciplinares. Por 24 anos foi diretora artística e de produção, figurinista e empresária da Intrépida Trupe. Em 2009, iniciou uma pesquisa autoral na convergência das linguagens de dança, circo, artes visuais e da sonoridade. Isso resultou em “espetáculos-intervenções urbanas-instalações”, como o Projeto Coleções, Coleções em Campo, Zona de Lançamento, Drama.mov e Redoma, com participação de mais de 35 mil pessoas.

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Direção Cênica
Guti Fraga – Ator, é fundador e diretor do grupo Nós do Morro (RJ) e foi presidente da Funarte
25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Escola de Teatro e Dança – (ETD – UFPA)
Endereço: Travessa Dom Romualdo de Seixas, 820 – Umarizal

A oficina trata dos temas: O surgimento da Função de Encenador, Análise de Texto, Tipos de Palco, A Composição Cênica, A Direção do Ator e A Preparação do Ensaio.

Nº de vagas: 20

Guti Fraga – É jornalista por formação universitária. Em paralelo, fez o curso técnico de interpretação na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena (RJ). Em pouco tempo, começou a trabalhar com a companhia de teatro da atriz Marília Pêra, onde acumulou as funções de ator e de diretor de cena. Em 1986, juntamente com o cenógrafo Fernando Mello da Costa, o dramaturgo Luís Paulo Corrêa e Castro e o iluminador Fred Pinheiro, fundou o grupo Nós do Morro grupo que lidera até hoje. Já dirigiu cerca de 30 espetáculos teatrais. Participou do elenco de mais de 20 longas-metragens. No início dos anos 2000, coordenou a primeira fase de seleção e preparação dos atores do filme Cidade de Deus. Fez várias participações em TV. Entre elas, interpretou personagem de destaque na elogiada minissérie Suburbia (2012). Foi ator fixo da telenovela Totalmente Demais, em 2016. Foi presidente da Funarte de 2013 a 2015. No Nós do Morro, criou o Subsolo Cultural, um espaço de experimentação e, ao mesmo tempo, de resgate da própria história do coletivo.

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Iluminação Cênica
Ana Luzia de Simoni – Iluminadora
25 a 28 de setembro, de 14h às 19h

Local: Teatro Experimental Waldemar Henrique
Av. Pres. Vargas, 645 – Campina

A oficina apresenta uma breve abordagem sobre os primórdios da utilização da luz nos palcos, promovendo o debate sobre os tipos de espaços cênicos mais comuns; os refletores mais utilizados no teatro brasileiro; e também a robótica da iluminação. Trata da trajetória da criação e finaliza com uma prática de montagem.

Nº de vagas: 20

Ana Luzia de Simoni – Atua em iluminação cênica e de shows musicais desde 2006, em inúmeros teatros, em grande parte do país. Desenvolveu cerca de cem operações de luz. Participou de mais de 200 montagens, com iluminadores renomados como Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé e Renato Machado, entre outros. Criou o projeto de luz dos espetáculos várias companhias, e de produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Premio Shell de Teatro 2017, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016, do Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude (Rio de Janeiro – RJ), e ao Zilka Salaberry 2018. Durante oito anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, também no Rio, ao lado de grandes nomes da iluminação nacional. Hoje trabalha na criação suas próprias concepções de iluminação.

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Figurino
Maria Carmen de Souza – Diretora de arte, cenógrafa e figurinista
25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Local: Escola de Teatro e Dança (ETD – UFPA)
Travessa Dom Romualdo de Seixas, 820 – Umarizal

As aulas abordam a função de figurinista; suas atividades e responsabilidades; o pessoal envolvido com seu trabalho; a orrganização das tarefas; Mostra a importância da pesquisa nessa área; apresenta a evolução do traje e dos materiais; exibe um breve histórico do teatro; apresenta e noções de indumentária, moda e estilo, proporções do corpo humano e de textura, cor e luz. Também aborda os temas da representação gráfica, o croquis e a apresentação dos trabalhos e das provas e acompanhamento.

Nº de vagas: 20

Maria Camen de Souza – Formou-se pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA – UFRJ). Ganhou o Prêmio Molière de Teatro e o Prêmio MEC – Troféu Mambembe, no Rio de Janeiro (RJ). Criou mais de cem cenários e figurinos para teatro e grandes espetáculos de rua. Organizou o Departamento de Figurino da TV Educativa (TVE) do RJ, tendo criado, por 20 anos, figurinos para a emissora. Traduziu o livro Espaço – Teatro, do cenógrafo italiano Bepi Pastore, publicado pela Funarte. Residente em Brasília desde 1991, fundou o Núcleo de Arte e Cultura (NAC) e criou e o Teatro Goldoni. O do SESC – DF concedeu-lhe três prêmios SESC do Teatro Candango: dois de cenografia – por Decamerão (2004), e Vestida de Mar (2011) – e um de figurino, por Contos de Alcova (2006). Foi jurada dessa premiação em 2013.  Como cenógrafa, figurinista e diretora de arte de cinema, já participou da realização de seis filmes. Na Itália especializou-se em arquitetura cênica, tendo participado da revitalização de 33 teatros históricos da região da Úmbria. Foi coordenadora de difusão Cultural da Funarte em Brasília, entre outubro de 2007 e janeiro de 2009. Atualmente, dirige o Ateliê Cenográfico do Teatro Goldoni e coordena os cursos do Estec – Estúdio de Tecnologia Cênica, em Brasília.

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Artes visuais


Quatro Dias, 20 Horas
João Modé – Artista visual
25 a 28 de setembro, das 9h às 14h

Local: Instituto de Ciências da Arte (ICA – UFPA)
Av. Presidente Vargas, S/N. Praça da República

A oficina tem como objetivo levar as pessoas a refletir sobre a produção artística contemporânea. O trabalho de João Modé tem como proposta conduzir os alunos a essa análise a partir de práticas experimentais e da leitura de textos e portfólios. Também traz para os participantes imagens e exercícios.

Nº de vagas: 20

João Modé – O ministrante, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, informa que sua atuação articula-se através de uma “noção plural de linguagens e espaços” de ação artística. Participou do Projeto Istambul Off-site para a 13º Bienal de Sharjah, no Bahar (The Istambul off-site Project for Biennial 13), em Istambul, Turquia (2017); da Trienal de Aichi, em Nagoya, Japão (2016); da 7ª e da 10ª bienais do Mercosul (2009 e 2015); do Panorama da Arte Brasileira, em 2007 e em 2017; da 28ª Bienal de São Paulo (2008). Alguns projetos, seus como Rede – desenvolvido em diversas cidades, como Rio, São Paulo, Berlim, Stuttgart e Rennes – e Constelações, envolvem a participação direta do público.

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O Educador-Artista: Performatividade e Práticas da Liberdade

Bianca Bernardo – Artista, arte-educadora e gestora cultural

25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Local: Instituto de Ciências da Arte (ICA – UFPA)
Av. Presidente Vargas, S/N. Praça da República

A oficina gera reflexão sobre o ensino de artes e a geração de espaços para a construção do saber e do fazer artístico, através da escuta, da expressão e da problematização das múltiplas vozes que compõem as relações em sala de aula.

de vagas: 20

Bianca Bernardo – Gestora cultural do espaço independente Saracura, no Rio de Janeiro (RJ). Pós-graduanda em História e Cultura Africanas e Afro-Brasileira; Mestre em Artes pelo Ppgartes – UERJ, envolveu-se com projetos educativos em instituições de cultura desde 2010. Gerente de Educação do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea entre 2013 e 2017, coordenou os projetos voltados à infância e adolescência O Museu que Nós queremos! e Merendeira Cor-de-Rosa: Rumo à Expedição!. Foi a,Artista-educadora do Núcleo Experimental de Educação e Arte do Museu de Arte Moderna (MAM Rio), entre 2011 e 2013; e educadora residente no Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa em 2014. Em 2016, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, participou dos Encontros de Mediação na Arte Contemporânea: a Atuação dos Públicos, do Fórum Permanente (SP) – contemplado no edital Rede Nacional Funarte Artes Visuais 12ª Edição. Em 2017, coordenou o programa de formação educativa da exposição “Diásporas Africanas en América del Sur: Brasil en la lente de Januário Garcias”, no Museo Nacional de Las Culturas na Cidade do México (MEX), Em parceria com o SESC, lançou o material pedagógico Caixa dos Escolhidos e a exposição educativa O Grande Veleiro, a partir da coleção do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (Rio de Janeiro – RJ). Ainda em 2017, foi artista residente no Hyde Park Art Center em Chicago, Illinois (EUA) com o projeto At the Studio with Mommy, uma investigação sobre “os lugares da criação entre mãe e filho”.  Atualmente é a Coordenadora Pedagógica da 11ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul.

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Olhos de Ver: Fotografia I
Miguel Chikaoka – Fotógrafo e educador
25 a 28 de setembro, das 9h às 14h

Local: Associação Fotoativa
Endereço: Praça das Mercês, 19, Bairro da Campina

A proposta da oficina é proporcionar uma vivência do que constitui a gênese do processo fotográfico; e ainda, estimular o “exercício do pensamento critico e criativo sobre o ‘fazer fotográfico’ e suas possibilidades”.

Nº de va gas: 20

Miguel Chicaoka – nasceu 1950) em Registro (SP). Graduou-se em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas atua no campo das artes e da educação. Desde 1980 mora em Belém (PA), onde articulou a criação da Associação Fotoativa, um projeto que “tornou-se referencia para o desenvolvimento da cultura fotográfica na região amazônica”; e da Kamara Kó, uma agencia de fotógrafos independentes, engajados na produção de reportagens e documentários sobre temas sociais e ambientais. As obras de Chicaoka transitam entre imagens e instalações e objetos de caráter conceitual. Seu trabalho é pautado na busca do tensionamento de experiências com a imagem, para além das fronteiras da fotografia. Participou de diversas mostras individuais e coletivas no Brasil e em países como França, Japão e Uruguai. Suas obras estão em vários acervos de entidades reconhecidas, como o Museum of the Americas (AMA) – Washington (EUA), da Fundação Biblioteca Nacional (RJ), a Coleção Pirellli/MASP de Fotografia (SP), do Museu de Arte do Rio (MAR), no RJ, do Museu Casa das Onze Janelas (Pará), do Museu de Fotografia de Fortaleza (CE) e outros. Como ativista e educador, ministrou mais de cem oficinas e palestras, em organizações do exterior, como o Centro de Fotografia de Montevideo (Uruguai), a Newport University (Pais de Gales – UK), o Centro Português de Fotografia (PT) e o ZAIM (Japão); e do Brasil, como  o SESC, o Instituto Moreira Salles, – e eventos, como as Semanas Nacionais de Fotografia (Funarte – MinC). Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil Fotografia e a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, pela sua contribuição à fotografia brasileira.

Link para inscrições aqui

Mais informações sobre o ministrante em http://www.culturapara.art.br/miguelchikaoka/

MÚSICA

Local: Fundação Carlos Gomes
Av. Gentil Bittencourt, 909. Nazaré

Gestão Cultural
Kamila Brito - Produtora cultural
25 a 28 de setembro, das 9h às 14h

O propósito da oficina é orientar os participantes a estruturar seus respectivos projetos, gerenciar suas respectivas carreiras no mercado e a utilizar as ferramentas das redes sociais para alavancar negócios. As aulas abordam técnicas e teorias para “gerenciar aspectos culturais e territoriais”, em prol da arte, da música e dos saberes.

Nº de vagas: 40

Kamila Brito – Jovem empreendedora, graduada em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia (Unama), em 2013. Dedicada a articular o intercâmbio cultural e técnico da população ribeirinha da região amazônica, idealizou o Barco Hacker, “projeto inovador de empreendedorismo social e tecnológico”, que consiste em um laboratório móvel aquático cuja proposta é uma imersão e trocas de experiências entre pessoas de diversas áreas, durante um deslocamento até as ilhas, para que se desenvolvam ideias e negócios e promova-se a cidadania na localidade. Atua em todo o Brasil, ministrando cursos e palestras sobre empreendedorismo e gestão cultural, com intuito de orientar os participantes sobre os temas abordados na oficina.

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História da Música Brasileira
Rodrigo Faour – Jornalista, escritor, pesquisador, apresentador, diretor e produtor musical
25 a 28 de setembro, das 9h às 14h

Na oficina, o aluno percorre a história da música brasileira desde o início, transitando desde os primeiros compositores do período colonial e passa pelos ritmos e gêneros da diversidade musical brasileira, até os dias atuais.

Nº de vagas: 40

Rodrigo Faour – Colecionador de discos, publicações e um acervo de 80 mil músicas catalogadas com ênfase na MPB. Autor das biografias de Angela Maria, Dolores Duran, Cauby Peixoto e Claudette Soares. Lançou os livros Revista do Rádio, sobre a famosa publicação, e História Sexual da MPB. Trabalhou em gravadoras e em diversos veículos da mídia, como jornais e web sites. Dirigiu e assinou roteiros de shows, como Ruído Branco (Ana Carolina), Infernynho (Ney Matogrosso e Marília Bessy) e Duas Noites para Dolores Duran, entre outros – Atualmente, o espetáculo O Musical da Bossa Nova está em turnê pelo Brasil.

Link para inscrições aqui


Trilha Sonora
Zé Neto – Músico, compositor e professor
25 a 28 de setembro, das 14h às 19h

Os alunos serão levados a investigar a música destinada à produção audiovisual – sua história, aspectos perceptivos, processo de criação e fatores ligados à produção – e receberão orientações, destinadas aqueles que são músicos e desejam entrar nesse mercado.

Nº de vagas: 40

Zé Neto – Formado em arranjo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), estuda violão desde os 13 anos. Acompanhou artistas brasileiros (Fátima Guedes, Sueli Costa) e estrangeiros, no Brasil e na Europa (como George Moustaki). Fez parte de um trio instrumental, com Sebastião Tapajós e Robertinho Silva. Tocou nos festivais Montreux Jazz (Suiça) e Zelt Musik (Alemanha), nos quais apresentou suas composições para violão solo. Gravou e lançou dois trabalhos solo. Há quase 30 anos, é proprietário da produtora de áudio para midia Planeta Zen, onde compõe e produz música para filmes, documentários, publicidade e teatro. Leciona no curso de pós-graduação da Musimagem Brasil. Ministra cursos on line de produção musical. Fez a música do longa-metragem de animação Bruxarias, uma coprodução Brasil/Espanha, lançado em vários continentes e no Netflix; premiado no Festival do Rio e indicado para o Prêmio Latino (Espanha). Foi idealizador e curador da mostra de música instrumental MIB, na Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói. É presidente da Musimagem Brasil.

Link para inscrições aqui


SEMINÁRIOS

Dias 26 e 27 de setembro de 2018, quarta e quinta-feira
Horário: 19h

Inscrições no local, na data do evento (chegar com antecedência – sujeito a lotação).

Local: Teatro Experimental Waldemar Henrique
Av. Pres. Vargas, 645 – Campina

Arte e Educação
26 de setembro

Participantes

  • Priscila Castro: Idealizadora e Coordenadora do Projeto Sementes Musicais.
  • Bianca Bernardo – artista, arte-educadora e gestora cultural
  • Luana Tamaoki Serrat – Contemplada no edital Prêmio Funarte Arte e Educação 2018 com o projeto Circo e Cidadania

História da Arte e História da Música

27 de setembro

Participantes

  • História da Música: Rodrigo Faour – Jornalista, escritor, pesquisador, apresentador, diretor e produtor musical
  • História da Arte: Glauce Santos – Professora, curadora e mestranda em Poéticas e Processos de Atuação em Artes (UFPA)

Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018

Etapa Belém (PA)
25 a 28 de setembro de 2018, de terça a sexta-feira

Inscrições

  • Oficinas: na programação acima, consulte locais e links para inscrições, cujo prazo é de 13 a 20 de setembro.
  • Seminários – inscrições na data e no local (chegar com antecedência –

sujeito a lotação)

Realização: Fundação Nacional de Artes – Funarte | Ministério da Cultura

Parcerias

  • Governo do Estado do Pará
    - Fundação Cultural do Estado do Pará (FCP) – Teatro Waldemar Henrique
    - Secretaria Executiva de Estado de Cultura (Secult) – Fundação Carlos Gomes
  • Universidade Federal do Pará (UFPA)
    - Instituto de Ciências da Arte (ICA)
    - Escola de Teatro e Dança (ETD)
  • Associação Fotoativa

Agradecimentos
Adriana Azulay, Beatriz Cabral, Camila Fialho, Claudio Trindade, Jaime Amaral, Maria Eliete Santos, Paulo José Campos de Melo, Patricia Amaral e Salomão Habib

Realização: Fundação Nacional de Artes – Funarte

Programa Funarte de Capacitação Técnica 2018 – Expediente

Centro de Programas Integrados
Centro de Artes Cênicas
Centro de Artes Visuais
Centro de Música
Coordenação de Comunicação
Programação Visual

Mais informações: cepin@funarte.gov.br